Pouco tempo atrás, uma situação de resgate de um barco encalhado dependia exclusivamente da sensibilidade e do tato dos marinheiros que ali se encontravam. Bom,...
Computadores em ação: resgate (ainda que simulado) de barcos nos EUA
Pouco tempo atrás, uma situação de resgate de um barco encalhado dependia exclusivamente da sensibilidade e do tato dos marinheiros que ali se encontravam. Bom, até pouco tempo: hoje, além dessas características fundamentais, a tecnologia também vem para dar o seu auxílio.
Um novo simulador instalado na Academia Marítima de Maine, nos EUA, reproduz o resgate de barcos pelos alunos por meio dos computadores ThinkPad, sem que os jovens estudantes sequer tenham estado em um navio.
Se você vem acompanhando os nossos artigos por aqui, sabe que não é a primeira vez que a Lenovo participa de empreitadas altamente tecnológicas: nossos ThinkPads também são uma “mão na roda” a 400 km da Terra, na Estação Espacial Internacional. Dessa vez, sem simulações: como contamos por aqui, os astronautas usam os computadores da Lenovo para operar a ISS.
No caso da Academia Marítima do Maine, o simulador faz parte do currículo de mais de 800 estudantes em disciplinas diferentes. Ele leva um backbone com estações de trabalho Lenovo ThinkStation E20 e servidores ThinkServer TS130.
Cada estação de instrutores tem de oito a dez computadores ThinkStation E20 e um servidor TS130. A maior delas tem 12 canais visuais com telas de LED de 55 polegadas. São 14 monitores de estudantes, cada qual com duas estações de trabalho ThinkStation E20 e três monitores – um para o painel de navegação, outro para o gráfico visual do barco e o terceiro para apresentar instrumentos.
O técnico em simulação Jim Sanders e o gerente de suporte de usuário Will Martell dizem que os alunos começam a usar o simulador em aulas de navegação básica no segundo ano, a fim de aprender técnicas básicas de navegação – como achar a posição ou algum ponto específico em um mapa náutico.
Se parece complexo aprender assim, a melhor parte vem agora: o exercício pode ser pausado para retomar os pontos que ficaram complicados de entender – claro que, em um barco real, isso seria impossível. Outro aspecto é que o simulador é programável para reproduzir dias claros, nublados ou tempestuosos. Furacões também fazem parte do programa para aprofundar o conhecimento dos estudantes em relação ao simulador e a hipotéticas situações de resgate.
Quando acontecem situações que simulam falhas – como um incêndio ou uma pane – nada de confusão, fumaça, gente pulando em botes salva-vidas: o simulador para, simplesmente. Porque o objetivo é ensinar como navegar com sucesso e uma irregularidade simulada não passa disso. Ainda bem.
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